Corso Trapalhão fez jus à designação

Corso Trapalhão fez jus à designação

Iniciativa tendente a proporcionar aos habitantes da freguesia alguns momentos de diversão carnavalesca, o Corso Trapalhão, promovido pela Junta de Freguesia em colaboração com a Câmara Municipal de Sesimbra, constitui uma forma de permitir aos foliões da Quinta do Conde, dar largas à sua imaginação.
Momento de descontracção, num tempo marcado por uma austeridade ‘entroicada’ e imposta sem contemplações da qualquer natureza, o evento revelou-se um acontecimento que fez jus à sua designação, possibilitando a quem nele quis participar a título individual ou integrado na representação de algumas das colectividades locais, fantasiar-se do modo que entendeu, extravasando sentimentos ou estado de alma, sem receio de mais impostos por via disso.
Exibindo fantasias para todos os gostos e feitios, em função das preferências do respectivo do manequim, grande parte dos aderentes, não acabaria, no entanto por tomar parte verdadeiramente no desfile, preferindo antes exibir-se de forma isolada no largo envolvente à sede da Junta de Freguesia ou na Avenida 1º de Maio, facto que reafirma o cariz trapalhão com que a iniciativa foi baptizada pelas entidades organizadoras.


Neste contexto, e não obstantes outros desempenhos, designadamente do Centro Comunitário da Quinta do Conde e do Grupo Recreativo Escola de Samba Corvo de Prata, assume particular referência as prestações do Grupo Desportivo e Cultural Conde 2 e do Grupo Recreativo Escola de Samba o Batuque do Conde, ante o empenho que o primeiro colocou na sua participação e o desempenho que o segundo evidenciou nesta prestação, assumindo-se, por isso, no grande animador da tarde devido ao fulgor da bateria e pelos insinuantes requebros das suas bailarinas.