Música popular alegrou Concerto de Ano Novo

Música popular alegrou Concerto de Ano Novo

Iniciativa de âmbito cultural que marca o calendário da Freguesia nos primeiros dias de cada ano, o Concerto de Ano Novo constitui um momento de convívio que ganhou estatuto de tradição entre os agentes culturais da Quinta do Conde.

Promovido pela Junta de Freguesia com a colaboração dos agrupamentos musicais afetos a várias colectividades locais, o espectáculo, realizado 8 de Janeiro nas instalações da Associação para o Desenvolvimento da Quinta do Conde, assumiu-se, mais uma vez, numa jornada de divulgação da música popular portuguesa e na diversidade de expressões que a caraterizam.

Reunindo a participação do Grupo Coral de Sesimbra, Tuna Musical da Universidade Sénior – O sonho não tem idade, Grupo Musical Renascer, pertencente ao Centro Comunitário da Quinta do Conde; Grupo Coral Arco-Íris e Grupo Musical Ecos, afectos ao Grupo Desportivo e Cultural do Conde2, que interpretaram temas do seu repertório, alicerçado predominantemente no cancioneiro popular, intervalados com alguns ‘clássicos’ do cancioneiro de Natal.

No decurso do evento, Vítor Antunes, presidente da entidade promotora do encontro, sublinhou o carácter festivo do evento há vários anos “com o qual se pretende assinalar o inicio de um novo ano de trabalho autárquico, marcado pela intenção de concretizar algumas grandes obras na Freguesia, entre elas o início da construção de um pavilhão multiusos tendente a suprir algumas lacunas com que a localidade e as instituições de debatem.”

Além disso, realçou ainda o autarca, “este é também o momento que manifestamos a intenção de levar a efeito um conjunto de acções reivindicativas visando a melhoria das condições de vida dos quintacondenses, designadamente a construção de uma escola secundária que permita evitar a deslocação diária de mais de várias centenas de jovens para outros concelhos, eliminando assim os custos e dificuldades sociais que essa situação impõe às respectivas famílias.”

Segundo Vítor Antunes, “trata-se de uma reclamação que visa exigir do Governo o cumprimento de uma recomendação aprovada há um ano pelas diferentes forças politicas representadas na Assembleia da República, mas que os responsáveis do Ministério da Educação deliberadamente pretendem ignorar”.