Fantasia e graciosidade infantil inundaram a Quinta do Conde

Fantasia e graciosidade infantil inundaram a Quinta do Conde

O imaginário infantil e a fantasia que o caracteriza, voltaram a inundar algumas artérias da Quinta do Conde na manhã de 23 de fevereiro, com o desfile de Carnaval das crianças inscritas nos jardins-de-infância e escolas do 1º ciclo da rede pública de ensino da Freguesia, a que se associou ainda um estabelecimento de Azeitão.

Varinas, pescadores, palhaços, arlequins, peixes e pinguins, devidamente “vigiados” por um contingente constituído por uma dezena de agentes de palmo e meio da Guarda Nacional Republicana, foram algumas das personagens que coloriram o desfile.

Confecionados por professores, pais e educadores, com o intuito de sublinhar o fascínio que marca esta fase da vida do Homem e evidenciando a dimensão humanista dos valores e causas da sua população, o aludido cortejo constitui uma manifestação anual de alegria, ritmo e cor, que mobiliza não apenas os mais pequenos, mas também os seus familiares, tornando o evento numa festa coletiva e de todas as idades.

A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Sesimbra com o apoio da Junta de Freguesia, reuniu mais de um milhar e meio de jovens e crianças dos diversos estabelecimentos públicos e de instituições de solidariedade social sediadas na localidade, voltando a afirmar-se como uma das tradicionais manifestações da vitalidade que carateriza a comunidade quintacondense nesta época do ano.

Participando pela segunda vez no aludido desfile com um grupo de alunos do seu estabelecimento de ensino, Lizete Silva, responsável de uma instituição da freguesia de Azeitão refere que a razão pela qual entendeu repetir a experiência anterior, “funda-se na  simpatia com que fomos acolhidos a primeira vez que tomamos parte no desfile e na  capacidade organizativa evidenciada pelas entidades promotoras”.

De acordo ainda com a educadora, “embora na freguesia a que pertencemos também se realize idêntico um cortejo, os cuidados colocados na segurança dos intervenientes em nada se assemelha ao que aqui verificamos, aspecto que se nos afigura de extrema importância, posto que se trata de crianças. Por isso, conclui, ”tencionamos continuar a tomar parte nesta festa, valorizando assim a hospitalidade  que os quintacondense nos dispensam.”