Grupo Folclórico e Humanitário assinalou 25 anos de atividade cultural e social

Grupo Folclórico e Humanitário assinalou 25 anos de atividade cultural e social

Uma tarde cultural assinalou a passagem do 25º aniversário do Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra, efeméride que contou que a participação de outros agrupamentos musicais da Quinta do Conde e a presença de autarcas da Freguesia e do Concelho de Sesimbra.

As celebrações decorreram dia 1 de novembro, começaram com uma romagem ao Cemitério onde foi deposta uma coroa de flores em homenagem aos associados já falecidos, prosseguiram com um almoço de convívio entre os elementos do aludido Grupo e os seus convidados, decorreram no recinto anexo à sede do Centro Social e Cultural a Voz do Alentejo, instituição que acolhe a agremiação aniversariante, até que esta possua instalações próprias.

Antecedendo o espetáculo cultural, no qual atuaram os grupos musicais Ecos, Três Gerações e o Coral Alentejano local, André Antunes, presidente do mencionado rancho folclórico, evocou não apenas as origens do grupo, mas sublinhou também a sua função de agente vocacionado para “promover e preservar o património musical e etnográfico da área do município”, expressando, por isso, a sua “intenção de levar a efeito esse trabalho nas escolas e nas instituições sociais da Freguesia e do Concelho”.

Para António Domingos, líder do Centro Cultural Social e Recreativo A Voz do Alentejo, “é um orgulho termos a possibilidade de acolher na nossa casa este agrupamento, permitindo assim o normal desenvolvimento das suas atividades e a consequente valorização cultural da Quinta do Conde”, sentimento de alguma forma corroborado por António Marques, padrinho do citado rancho, que salientou “o empenho e a determinação com que os jovens que constituem a sua atual direção colocam não apenas na continuidade do rancho, mas, sobretudo, na sua valorização e projeção.”

Na qualidade de responsável pela Junta de Freguesia da Quinta do Conde, Vítor Antunes, felicitou a agremiação aniversariante, realçando o trabalho desenvolvido pelos seus corpos sociais visando a manutenção da chama cultural que esteve na génese da sua fundação. De acordo com o autarca quintacondense, “estamos perante uma entidade que assumiu um papel determinante no enraizamento e no estabelecimento de laços de convivência e vizinhança entre quantos aqui se radicavam, numa época em que a localidade quase não passava de um pinhal, concorrendo, por essa via para a criação da sua identidade”. Trata-se de uma tarefa que a Junta tem desenvolvido e fortalecido com a criação de referências públicas facilmente apropriáveis pelos cidadãos, como é exemplo a estatuária pública existente na freguesia, entre outras formas de intervenção cultural e de valorização do território.”

Por sua vez, João Narciso, representante da Assembleia Municipal de Sesimbra nas aludidas comemorações, congratulou-se com a efeméride, salientando o esforço e dedicação que os órgãos sociais da agremiação protagonizam visando a elevação da terra onde vivem. Encerrando as alocuções, Sérgio Marcelino, vereador da Câmara Municipal de Sesimbra, sustentou que o movimento associativo constitui um ativo de grande relevância social e patrimonial do concelho, quer enquanto veículo de afirmação da identidade e tradições locais, quer por refletir as raízes geográficas e culturais de quem escolheu esta localidade para fixar residência.