Alunos da EBI da Boa Água foram autarcas por um dia

Alunos da EBI da Boa Água foram autarcas por um dia

Filipa Ribeiro, Gabriel Barros e Leonor Silva, alunos da Escola Básica Integrada da Boa Água, vestiram por um dia o fato de autarcas da Freguesia da Quinta do Conde, com o intuito de conhecer melhor a actividade quotidiana dos responsáveis da sua autarquia e a multiplicidade de tarefas em que se desdobram.

A iniciativa integrada no âmbito da Assembleia Municipal de Jovens, promovida pela Assembleia Municipal de Sesimbra, visando a aproximar os jovens do funcionamento dos órgãos do Poder Local, pretende facultar-lhes uma melhor percepção do trabalho desenvolvido pelas várias instituições autárquicas do concelho.

Nesse quadro, segundo os referidos intervenientes, a par de acompanharem ao longo de todo o dia a rotina habitual do presidente da mencionada Junta e as tarefas que tanto ele, como os restantes elementos do executivo desempenham, tomaram ainda parte em diversas acções agendadas para esse dia, entre elas algumas reuniões tendentes a assegurar a organização de diversos eventos a realizar na localidade.

De acordo com Leonor Silva, “esta experiência permitiu-nos conhecer algumas obras efectuadas pela Junta, designadamente o Parque Canino e o Estádio Multiusos de Areia, assim como o local onde se perspectiva a construção de um miradouro para a Serra da Arrábida, mas, também, as Hortas Solidárias e o Parque Ecológico da Várzea ou o significado das peças escultóricas existentes na freguesia.”

Para Gabriel Barros, “tratou-se de uma jornada muito proveitosa que nos proporcionou uma ideia da multiplicidade de acções que caracterizam a actividade regular deste órgão, dotando-nos de elementos relevantes em matéria de informação e extremamente úteis no domínio do debate de projectos que venhamos a conceber.”

Na perspectiva de Filipa Ribeiro, “a circunstância de termos a possibilidade de sabermos o significado de cada uma das peças que constituem a estatuária da freguesia e o que cada uma delas assume no contexto identitário da localidade e da sua memória colectiva, foi, igualmente. importante. O mesmo afirmamos quanto ao que se reporta  Parque Ecológico da Várzea e à preocupação com a preservação de algumas espécies que nele habitam.”