Sessão de esclarecimento sensibiliza habitantes da Quinta do Conde para a prevenção de incêndios

Sessão de esclarecimento sensibiliza habitantes  da Quinta do Conde para a prevenção de incêndios

Sensibilizar os habitantes da Freguesia para a necessidade de limpeza dos terrenos e a consequente prevenção de incêndios, foi o objectivo de uma sessão de esclarecimento ocorrida a 21 de Março na sede Junta de Freguesia da Quinta do Conde.

A iniciativa realizada de parceria entre a autarquia quintacondense, o Serviço Municipal de Protecção Civil e o Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente da Guarda Nacional Republicana, visou alertar os participantes para os cuidados a tomar, designadamente  em caso de queimas e queimadas.

De acordo com Vítor Antunes, presidente da referida Junta, “o intuito deste encontro visou desfazer um conjunto de dúvidas instaladas na opinião pública suscitadas pela confusão, instalada com a divulgação de apelos à limpeza dos terrenos e a adopção de regras que devem ser tomadas para o efeito”.

Neste sentido, segundo o sargento-ajudante Mira, do SEPNA da GNR, “as medidas variam em função do local onde ocorrem, o mesmo é dizer, de uma zona florestal ou de um núcleo urbano, mas qualquer delas tende objectivamente a acautelar a salvaguarda de pessoas e bens, por via da redução da carga combustível, sendo que nas áreas envolventes a habitações é recomendável a desbatação de mato, pasto ou canaviais, operações que devem respeitar as disposições legais”.

Para tanto, salientou o militar, “sempre que essa operação tenha lugar, o cidadão que a efectua deverá comunicar antecipadamente aos serviço Municipal de Protecção Civil, aos Bombeiros ou  à GNR, através da linha criada para esse fim, em ordem a evitar a eventual mobilização desnecessários de meios resultantes  do alerta provocado  pelo aparecimento de coluna de fumo.”

Presente igualmente na aludida sessão, Francisco Luís, vereador titular do pelouro municipal da protecção civil, “há no entanto situações em que os respectivos serviços têm de se deslocar ao local, a aferir das condições existentes para realização desses trabalhos e confirmarmos que ‘à priori´ os mesmos não se revestem da particular periculosidade”

Por isso, na opinião do responsável camarário “se todos quisermos, é possível obviar a muitas situações de risco de incêndio e simultaneamente conferir às zonas onde residimos a qualidade ambiental que consideramos ser exigível. De outro modo, afigura-se-nos difícil”.