Festa da Família e das Tradições reflectiu importância do movimento associativo

Festa da Família e das Tradições reflectiu importância do movimento associativo

Actividades desportivas, jogos tradicionais, exibição de classes de dança, uma caminhada visando sensibilizar a comunidade para a temática do autismo e a actuação de diversos grupos musicais, constituíram algumas das actividades contempladas no programa de mais uma edição da Festa da Família e das Tradições da Quinta do Conde.

Organizada pela Junta de Freguesia, de parceria com o Centro Comunitário da Quinta do Conde, o apoio da Câmara Municipal de Sesimbra e animada por outras associações e colectividades locais, esta iniciativa anual tendente a fortalecer a identidade local, procura ainda fomentar o espírito de cooperação entre as diferentes instituições que exercem a sua intervenção no tecido social da localidade.

Não surpreende, assim, que o Parque da Vila tenha acolhido, a 19 de Maio, um significativo conjunto de agentes que desenvolvem a sua actividade nos domínios da promoção do desporto e da cultura, evidenciando, desse modo, a diversidade de áreas que mobilizam o movimento associativo quintacondense.

Para João Valente, presidente do Centro Comunitário, entidade inicialmente promotora da aludida festa, “este evento reflecte o quadro social e associativo da freguesia, logo, é com natural satisfação que continuamos a tomar parte não apenas na sua realização, mas, sobretudo, no processo educativo da comunidade, já que essa é também uma das vertentes em que se expressa o nosso trabalho”.

Por seu turno, Vítor Antunes, presidente da autarquia quintacondense, congratulou-se com mais esta edição do evento, saudando os intervenientes e por seu intermédio todos os habitantes, por considerar que “as colectividades e associações a expressão dos anseios da comunidade, as quais desempenham um papel determinante no capítulos social, recreativo, cultural e desportivo, ante o relevante contributo que  dão à elevação da localidade e á consolidação dos seus traços identitários”.