Grupos corais e musicais da Quinta do Conde deram concerto de boas-vindas a 2020

Grupos corais e musicais da Quinta do Conde deram concerto de boas-vindas a 2020

O Concerto de Ano Novo voltou a reunir grupos corais e instrumentais da Quinta do Conde, numa tarde de convívio e confraternização, alicerçando os valores identitários da comunidade local.

Encontro anual das diferentes expressões musicais promovidas pelas diferentes agremiações sediadas na Quinta do Conde, o Concerto de Ano Novo constitui o pontapé de saída de um ciclo que ano após ano se renova e um momento de convívio entre quantos se dedicam à promoção da música e do canto na localidade.

Promovido pela Junta de Freguesia, desta feita no salão da Associação Desportiva, Cultural e Social MGBoos, o espectáculo contou com a participação de seis agrupamentos sediados na área da freguesia e um da sua congénere do Castelo, Sesimbra, que interpretaram temas do seu repertório, exibindo os seus talentos e desempenhos através do Cante Alentejano, da música popular ou do canto polifónico.

No decurso do evento, Isabel Pereira, presidente da agremiação anfitriã, congratulou-se com a iniciativa, manifestando a satisfação da sua instituição por acolher o referido evento, formulando votos de que 2020 seja um ano de grande significado para quantos vivem ou trabalham na freguesia.

No mesmo sentido se expressou José Narciso, Secretário da Assembleia Municipal de Sesimbra, salientando a conjugação de vontades e saberes que caracterizam o tecido social desta freguesia do Concelho, decorrente da estreita colaboração entre os órgãos autárquicos e o movimento associativo e do trabalho que desenvolvem visando a melhoria das condições de vida da população.

Para Vítor Antunes, presidente da autarquia quintacondense, a problemática das alterações climáticas é uma questão de grande relevância devido às dimensões geográfica e demográfica da Freguesia, razão pela qual, a par de solicitar à edilidade informação sobre medidas que tenciona tomar neste domínio, equaciona a possibilidade de levar a efeito algumas acções, tendentes a sensibilizar os habitantes para a necessidade de adopção de comportamentos mais ajustados a esta realidade.

Segundo ainda Vítor Antunes, “tal orientação não altera, no entanto, a postura da Junta no que concerne à promoção e fruição da cultura, mas também em matéria de fomento da prática desportiva”, enunciando um vasto conjunto de acontecimentos, tanto numa como noutra, agendados para o ano que ora se iniciou.

Entre o extenso leque de acções perspectivadas no plano de actividade aprovado para 2020, o autarca enunciou nomeadamente “a criação de um Centro de Artes para escultura, pintura, cerâmica e azulejaria, no setor norte da Várzea, a intenção de reforçar, em parceria com a Câmara Municipal, os equipamentos de recreio inclusivos nos espaços públicos da localidade; a assumpção da competência de gestão do Auditório da Boa Água e uma estrutura de acolhimento em local muito frequentado que proporcione a partilha e o fácil acesso a livros.”

A par destas iniciativas, refere igualmente o responsável da autarquia, “pretendemos prosseguir o trabalho de inventariação das pequenas e médias empresas que exercem a sua actividade na área da Freguesia em ordem a que, logo que se afigure possível, levarmos a efeito um encontro de empresário locais para proceder ao levantamento dos problemas comuns e procurar soluções conjuntas.”

Tudo isto, conclui, sem prejuízo da actividade que tem caracterizado o trabalho regular da Junta de Freguesia, em todos os domínios onde a sua intervenção quotidianamente se manifesta.