Nova escola básica na Quinta do Conde reafirma aposta na educação

A Escola Básica nº 2 de Quinta do Conde dispõe agora de um novo Pólo, com capacidade para cento e quarenta alunos, equipamento que vêm preencher uma lacuna sentida pela população, em particular pela comunidade educativa.

O novo estabelecimento de ensino, constituído por oito salas de aulas, duas das quais afectas ao pré-primário; biblioteca; refeitório; sala polivalente e salas de professores e pessoal auxiliar, assim como de um espaço de recreio e de um campo de jogos, que poderá ser utilizado pela comunidade fora do horário lectivo, designadamente pelo movimento associativo da freguesia.

Inaugurado na manhã de 8 de Julho, o mencionado equipamento, apoiado por fundos comunitários, constitui um investimento de dois milhões de euros e reafirma a aposta do município em matéria de valorização do parque escolar, ao mesmo tempo que contribui para a realização do projecto de reabilitação urbanística de toda a zona envolvente.

No decurso do aludido acto, Nuno Mantas, Director do Agrupamento de Escolas da Boa Água, entidade a que pertence a referida escola, sublinhou o empenhamento da Câmara Municipal de Sesimbra na construção deste estabelecimento e na procura de soluções tendentes a ultrapassar as dificuldades com que o dossier se confrontou.

De acordo com o responsável escolar, “a entrada em funcionamento deste Pólo, responde a uma necessidade, ante a elevada taxa de população em idade escolar, o que alivia os constrangimentos que se levantavam ao normal funcionamento da escola mãe, cujas instalações se revelavam insuficientes para acolher os alunos, oferendo-lhes a qualidade de ensino que merecem”.

Para Francisco Jesus, presidente da edilidade sesimbrense, “a concretização deste projecto, resulta de um trabalho de partilha com as várias entidades e com as pessoas, mesmo as que não tendo filhos em idade de frequentarem esta escola mas que vivem na área adjacente e colhendo os seus contributos em ordem a que se sintam envolvidas na sua execução. É uma postura que devido a esse envolvimento, visa também promover o combate ao insucesso escolar”.

Para o dirigente camarário, “não obstante a amorosidade que caracteriza estes projectos, no caso acentuado pelo facto do quadro comunitário não contemplar a construção de novos estabelecimentos de ensino na região de Lisboa, requereu uma maior capacidade criativa, pelo que para além das equipas técnicas que geralmente estão associadas à sua concepção, era aconselhável recorrer à imaginação de todos, inclusive dos moradores. O que, aliás, sucedeu. E com bons resultados”.